verbo inglês, ir <s>construindo</s> editando uma wiki

.posts recentes

. Duas perguntas...

. Inventem-se novos adminis...

. Cacocracia I

. Lixeiro

. Anarquia

. O Bom, o Mau e o Que-se-f...

. Onde é que eu já vi este ...

. Demo crassia

.arquivos

. Abril 2010

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Dezembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

Sexta-feira, 17 de Julho de 2009

Duas perguntas...

Quem apoia a ideia de que o Quintinense (leia-se Dbc2004, Joao666, Missigno, Quintinense) é/foi o maior caso de SP da wiki.pt? Só se forem os mesmos que acham que o Bizuim é/foi o maior troll da wiki.pt.

 

Quem acha que o Ozalid deve voltar e bloquear por infinito o Madeirense? Todos os que se riram da primeira pergunta.

 

E uma terceira, de retórica, quem será o Madeirense? Os mesmos de antes sabem perfeitamente a resposta a esta pergunta, os "jovens" nem sonham o que está por trás.

 

A wiki.pt é dos poucos locais onde o ambiente ficou menos poluído nos últimos anos. Espero que não tenha sido por ter saído :S

 

 

publicado por EP às 10:00
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 12 de Dezembro de 2008

Inventem-se novos administradores

O penico da Wikipédia instalou uma política tão forte de "pedido de desnomeação/suspensão na hora" que gerou uma espiral de silêncio que ninguém se atreve a romper.

 

Ninguém pode bloquear um insulto, ninguém pode simplesmente dizer que não é obrigado a ler palavrões que não profere. Cacocratas criam interpretações rocambolescas de regras mais claras que a água.

 

Inocentes-óptimos-trabalhadores-e-experientes usuários com 3 a 4 artigos editados por cada 10 comentários verborrágicos e incendiadores, encolheram para um canto quem devia manter a educação no mínimo dos mínimos. De tal forma que cacocratas são agora inocentes-óptimos-trabalhadores-e-experientes usuários e há-2-dias-administradores-que-até-há-2-dias-eram-imparciais são agora censores de e para sempre.

 

As flamewars de origem peniquesca chegaram a um nível de descontrolo tal que a minha única sugestão é a auto-desnomeação generalizada acompanhada de auto-banimento a domínios que não o principal, os trolls que se auto-alimentem.

 

Concluíndo com uma citação que há 2 anos pareceria impossível (deveria, e quereria certamente, ter escrito: "mil vezes menos bestas"): Esse MC já torrou as paciências, como vocês ainda aguentam ele aqui? Se conseguiram me expulsar por coisas mil vezes mais bestas, por que não conseguem expulsá-lo daqui? Aqui não é local pra crianças, isto é uma enciclopédia.

publicado por EP às 03:04
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008

Cacocracia I

A curva de relação de um utilizador com a wikipédia é gaussiana.

 

Primeiro um contacto suave, ao fim de várias semanas de interacção é que começamos a querer explorar as páginas para além dos artigos, perceber, compreender, decidir, votar, propor...

Até que depois queremos é fugir, demasiado ruído de fundo, demasiada confusão, demasiada mesquinhice, demasiada importância dada a subalíneas de propostas de ensaios (sim ensaios! não políticas, não artigos informativos, mas ensaios).

E então descobrimos a maravilha que é simplesmente editar artigos, reverter vandalismo, no muito-máximo encaminhar novatos... Um nível de interacção semelhante ao inicial.

 

Quem foge a esta distribuição? Só me lembro de um ex-burocrata que ainda se preocupa com políticas internas, mas mesmo assim, em proporção o contributo para o domínio principal é dominante. Ah, e claro, os vândalos e tróis.

 

 

Pela lei dos grandes números, converge-se em probabilidade para um acontecimento extraordinário: todos os usuários da Wikipédia um dia vão editar apenas o domínio principal.

 

O corolário: todas as discussões serão entre vândalos e tróis. Então é melhor deixar de visitar páginas de discussão e a esplanada, não vá ser o único não-vândalo-nem-troll que ainda lá anda!

publicado por EP às 10:56
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 9 de Setembro de 2008

Lixeiro

Sem querer traduzir o interessante post da Patrícia questiono um tópico semelhante.

 

Como prelúdio, Bibliotecário é de facto um termo que roça a genialidade. Sendo também curioso o facto de todos os bibliotecários terem flag de burocrata. A wiki em língua espanhola, tão traiçoeira quanto a nossa, marcou pontos.

 

Como questão.

A questão na wiki.pt é que um utilizador que seja gabado por ambos os lados da barricada, é inexoravelmente despromovido à categoria de tudo-menos-pai menos de 15 minutos depois da sua eleição para sysop.

O lado-da-barricada-sysop é gerado pela ilusão de serem uns poderosos e incontestados e acima dos outros.

Mas.

O lado-da-barricada-nãosysop (maravilhas do acordo ortográfico!) é gerado pelo complexo de inferioridade dos outros.

 

Em linguagem de hip hop, nem todos os que engordam se vendem, mas o que não engordam invejam e criticam.

 

 

Como solução.

Sem citar directamente para não reconhecer que lá fui, na esplanada apareceu uma ideia: denominem-se os sysops não de administradores mas de lixeiros.

 

Quem iria para sysop por aceitar a responsabilidade e com orgulho de ter sido notado o seu trabalho continuará a ir.

Quem persegue o poder perde a vontade perante tão funesto título.

Quem espezinha os sysops vai passar a ter vergonha de permanentemente bater no desgraçado do homem do lixo.

publicado por EP às 13:11
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 15 de Julho de 2008

Anarquia

Sem regras definidas a não ser "a maioria ganha os consensos" a wiki.pt foi crescendo.

 

A necessidade de parametrizar a acção de sysops, de criar normas para instituir o que o senso comum (e um QI positivo) ditariam como normal, levou à criação de políticas internas.

 

Agora temos de ser advogados/juristas para podermos ser sysops ou burocratas ou checkusers, porque se não temos um poder de retórica imenso para argumentar com os "vigilantes" e o código de processo penal, perdão... as normas da wiki, decoradas então a desnomeação vai aparecer.

 

Em vez de termos subversão do sistema, temos uso do sistema de subversão para subversão do sistema. Chamas vândalo ao bloquear por insulto e és bloqueado por insulto!

 

Que raio de coisa é esta?

 

A anarquia sempre era mais giro.

publicado por EP às 09:50
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 27 de Junho de 2008

O Bom, o Mau e o Que-se-foi-embora

Os maiores Mb de discussão ultimamente incidem sobre uma definição essencial, os bons e os maus, divididos em essência pelo "sysop status".

 

O MAU

Naturalmente que quem recebe ferramentas para agir deve aplicá-las, não fugindo ao ver um troll ou um vândalo, e é mesmo esse o motivo que o fez receber as ferramentas. Mas são poucos os sysops e o escrutínio à sua actividade é intenso (do que não me queixo).

 

Mesmo sem usar uma metáfora é fácil perceber que ao ser-se castigado por um chamemos-lhe "superior", o sentimento de revolta é grande, e vai-se procurar (como está instituído pelo menos no sistema penal português) um fait divers que permita centrar as atenções em outro facto de somenos importância, mas que leve a discussão ad hominem.

 

O resguardo ou apologia de sysops, digamos, "fracos" pelos próprios sysops só permite que em caso de micro-conflito, uma enormidade de argumentos contra a pessoa possam ser desenterrados. E sysops com telhados de vidro tiram-lhes toda a credibilidade, seja em discussões de políticas de bloqueio, de pedidos de desbloqueio, ou de fair-use.

 

Passam naturalmente a ser os maus...

 

 

O BOM

Naturalmente que qualquer usuário sem histórico de questiúnculas é presuposto como bom, em termos de motivação e intenções.

 

Contrastantemente ao que acontece com os sysops um usuário normal que guerreie muito e arme muita confusão será encarado como um mártir (Alexhubner), uma lenda vida (os actuais), ou mesmo um troll (RR e muito poucos sabem 1% da missa) o que é excepcionalmente raro. Porque a natural convicção das pessoas, de mim e de qualquer uma é defender o mais fraco, o que, aparentemente sem reforços enfrenta uma legião de poderosos com larga experiência e conhecimento técnico (ao menos todos juntos).

 

E assim nascem as lendas. Devo contudo acrescentar que há dois outros pontos interessantes a recordar:

 

1 - E se o usuário truculento for uma peúga?

       1.1 peúga-sysop é um mau que para ir buscar idoneidade não pode dar a cara

       1.2 peúga-de-não-sysop é um coitado que está farto de ser atacado

 

2 - As falácias ou os boatos (apenas para conotação negativa, a duração no tempo pode ser a mesma de uma lenda), bem como as lendas (conotação positiva), também têm sempre um fundo de verdade, a diferença entre uma e outra é o sentido da dinâmica de multidões inicial.

 

 

O Que-se-foi-embora

Até mesmo um sysop que se vá embora, por retirada de estatuto ou por afastamento temporal, passa a ser bom. Resultando no corolário: toda a gente que esteja um tempo afastada passará a ser bem-encarada.

Espero que o RR não seja abrangido por este corolário.

 

Para evitar o afastamento há um ponto fundamental, e digo isto enquanto burocrata e checkuser que vigiava as edições na esplanada para tentar aplacar confusões logo de início.

A esplanada é para não ser lida, quem tem efectivamente dúvidas vai a um dos cafés, ou contacta directamente alguém da sua consideração. Assumindo (correctamente) que nada de jeito lá é produzido, para quê ler?

A respeito disto digo que suspeito que a ideia de minimizar a ligação directa nas mudanças recentes foi óptima.

 

Se não lês a esplanada e pouco te importas quanto às confusões de sanções de insultos, pedidos de opinião, verificações de contas e pedidos de desnomeação, não és ignorante e feliz. És apenas feliz. Eu não sei o que se passa na casa da minha vizinha e não é por isso que sou ignorante.

 

 

Sê-lo-ei devido a muitas outras coisas...

publicado por EP às 09:25
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 2 de Outubro de 2007

Onde é que eu já vi este filme

Às vezes sabe bem poupar o nosso latim e usar palavras dos outros para contar histórias, é menos frustrante...

Professora: Joãozinho, quem escreveu Os Lusíadas?
Joãozinho: Nem fui eu nem sei quem foi professora.
Professora: Joãozinho, quem escreveu?
Joãozinho: Não fui eu professora, acredite em mim.

No intervalo a professora dialoga com o director da escola desabafando acerca da ignorância da turma.

Director: Colega, se acha que o aluno é abusador vou já chamar o encarregado de educação.
Professora: Mas Sr. Director, eu sei que ele não...
Director: Não o tente desculpar, vou já chamá-lo.

Em reunião com o encarregado de educação.

Director: A minha colega perguntou ao seu filho quem tinha escrito Os Lusíadas, ele afrontou-a dizendo que não tinha sido ele.
Encarregado de educação: Fique sabendo que esta noite lhe vou dar umas palmadas para ele confessar, comigo ele não levanta cabelo.
Director: Pronto colega, tudo se resolve.
Professora: Mas Sr. Director, eu...
Director: Escusa de agradecer, farto de aturar estúpidos estou eu.

A frustrada professora em casa conta ao marido a infeliz situação em que colocou o Joãozinho.

Marido: Não te preocupes, se ele não fez nada agora certamente já fez em outras ocasiões... E quanto aos Lusíadas, se calhar até foste tu que escreveste e já não te lembras.


Moral da história: A compreensão familiar é muito importante.

tags: , ,
publicado por EP às 10:27
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Sexta-feira, 21 de Setembro de 2007

Demo crassia

{{subst:apagar}}

Para os poucos que ainda não conhecem o conceito, a demo crassia é uma nova forma de encarar a demo cracia.

Este conceito foi introduzido pelo Movimento de Libertação da Cova da Moura (http://www.rfrconsulting.com/Little.Joke/?pid=ljr&j=20030313B) em homenagem ao ambiente de guerrilha urbana em que vive a Wikipédia (fáit da páuer).

É comum a utilização de um exemplo para descrever o conceito (ao fim de 1:45):

Certo dia dirigi-me a um pula para lhe catar uns trocos para cerveja. O pula disse que não tinha, pedi para mostrar a carteira e ele começou a correr e a gritar pela polícia, só tive tempo de guardar a fusca e de me por na alheta.
Já se sabe que dread inocente catado pela bófia é dread morto.
É isto que é uma demo crassia.

Hoover anout. Piss.

[[!Wikipedia:Políticas oficiais|A Wikipédia é uma demo crassia]]

tags: , ,
publicado por EP às 14:06
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Abril 2010

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

.tags

. todas as tags

blogs SAPO

.subscrever feeds