verbo inglês, ir <s>construindo</s> editando uma wiki

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Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008

Cacocracia I

A curva de relação de um utilizador com a wikipédia é gaussiana.

 

Primeiro um contacto suave, ao fim de várias semanas de interacção é que começamos a querer explorar as páginas para além dos artigos, perceber, compreender, decidir, votar, propor...

Até que depois queremos é fugir, demasiado ruído de fundo, demasiada confusão, demasiada mesquinhice, demasiada importância dada a subalíneas de propostas de ensaios (sim ensaios! não políticas, não artigos informativos, mas ensaios).

E então descobrimos a maravilha que é simplesmente editar artigos, reverter vandalismo, no muito-máximo encaminhar novatos... Um nível de interacção semelhante ao inicial.

 

Quem foge a esta distribuição? Só me lembro de um ex-burocrata que ainda se preocupa com políticas internas, mas mesmo assim, em proporção o contributo para o domínio principal é dominante. Ah, e claro, os vândalos e tróis.

 

 

Pela lei dos grandes números, converge-se em probabilidade para um acontecimento extraordinário: todos os usuários da Wikipédia um dia vão editar apenas o domínio principal.

 

O corolário: todas as discussões serão entre vândalos e tróis. Então é melhor deixar de visitar páginas de discussão e a esplanada, não vá ser o único não-vândalo-nem-troll que ainda lá anda!

publicado por EP às 10:56
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Terça-feira, 9 de Setembro de 2008

Lixeiro

Sem querer traduzir o interessante post da Patrícia questiono um tópico semelhante.

 

Como prelúdio, Bibliotecário é de facto um termo que roça a genialidade. Sendo também curioso o facto de todos os bibliotecários terem flag de burocrata. A wiki em língua espanhola, tão traiçoeira quanto a nossa, marcou pontos.

 

Como questão.

A questão na wiki.pt é que um utilizador que seja gabado por ambos os lados da barricada, é inexoravelmente despromovido à categoria de tudo-menos-pai menos de 15 minutos depois da sua eleição para sysop.

O lado-da-barricada-sysop é gerado pela ilusão de serem uns poderosos e incontestados e acima dos outros.

Mas.

O lado-da-barricada-nãosysop (maravilhas do acordo ortográfico!) é gerado pelo complexo de inferioridade dos outros.

 

Em linguagem de hip hop, nem todos os que engordam se vendem, mas o que não engordam invejam e criticam.

 

 

Como solução.

Sem citar directamente para não reconhecer que lá fui, na esplanada apareceu uma ideia: denominem-se os sysops não de administradores mas de lixeiros.

 

Quem iria para sysop por aceitar a responsabilidade e com orgulho de ter sido notado o seu trabalho continuará a ir.

Quem persegue o poder perde a vontade perante tão funesto título.

Quem espezinha os sysops vai passar a ter vergonha de permanentemente bater no desgraçado do homem do lixo.

publicado por EP às 13:11
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Quinta-feira, 28 de Agosto de 2008

Tróis

Há meia dúzia de cromos que passam o dia a falar da Wikipédia. Falam de supostas pessoas que nem conhecem, tratando-as por nomes absurdos, e do que essas pessoas fazem num endereço da net. Estranho?

 

O mais curioso é que sendo esse endereço uma enciclopédia deveriam ser interessantes as conversas... Mas não são, tratam-se puramente de comentários pessoais. Bem estranho?

 

Como há cromos-bem-cromos que o mais importante que fazem da vida é tentar arruinar uma enciclopédia, desgastando a paciência (apenas poucas vezes com razão) dos cromos até eles descolarem e deixarem de expandir a enciclopédia. Ainda mais estranho?

 

Como há hierarquias definidas nesse site, podem tratar-se de lutas de poder, daí a baixeza do nível do diálogo. Na minha qualidade de cromo digo que quero apenas construir uma enciclopédia. Alguns cromos disseram-me que seria positivo aceitar mais umas ferramentas e eu concordei; alguns cromos-bem-cromos andaram a perseguir outros cromos que navegavam o mesmo barco que e eu fiquei no barco, por solidariedade não por sede ao poder; agora estão a voltar os cromos-bem-cromos e as suas perseguições.

 

Ora o que me interessa é construir uma enciclopédia (bastantemente estranho?). Logo estou a descolar do calendários os meus dias de cromo. Os cromos-bem-cromos que tratem de se revezar na limpeza do lixo.

publicado por EP às 13:29
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Terça-feira, 26 de Agosto de 2008

O Ingénuo

Acabo de ler "O Ingénuo" de Voltaire, do qual há artigo na wiki.en e na wiki.fr (ler especialmente este segundo).

 

Guia de leitura:

1 - Quanto tempo demoraria o Ingénuo a fugir da wiki.pt?

 

 

Muito pouco. Certamente.

publicado por EP às 09:41
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Quinta-feira, 24 de Julho de 2008

Ensaio sobre a Cegueira

Procura-se na wiki.pt (ainda e sempre) a mulher do médico, a única pessoa que vê perfeitamente apesar de em redor tudo estar cego.

 

Caso esta não se apresente prosseguiremos a ordem de trabalhos para o Ensaio sobre a Lucidez, onde nos encarregaremos de a assassinar.

publicado por EP às 10:38
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Terça-feira, 15 de Julho de 2008

Anarquia

Sem regras definidas a não ser "a maioria ganha os consensos" a wiki.pt foi crescendo.

 

A necessidade de parametrizar a acção de sysops, de criar normas para instituir o que o senso comum (e um QI positivo) ditariam como normal, levou à criação de políticas internas.

 

Agora temos de ser advogados/juristas para podermos ser sysops ou burocratas ou checkusers, porque se não temos um poder de retórica imenso para argumentar com os "vigilantes" e o código de processo penal, perdão... as normas da wiki, decoradas então a desnomeação vai aparecer.

 

Em vez de termos subversão do sistema, temos uso do sistema de subversão para subversão do sistema. Chamas vândalo ao bloquear por insulto e és bloqueado por insulto!

 

Que raio de coisa é esta?

 

A anarquia sempre era mais giro.

publicado por EP às 09:50
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Sexta-feira, 27 de Junho de 2008

O Bom, o Mau e o Que-se-foi-embora

Os maiores Mb de discussão ultimamente incidem sobre uma definição essencial, os bons e os maus, divididos em essência pelo "sysop status".

 

O MAU

Naturalmente que quem recebe ferramentas para agir deve aplicá-las, não fugindo ao ver um troll ou um vândalo, e é mesmo esse o motivo que o fez receber as ferramentas. Mas são poucos os sysops e o escrutínio à sua actividade é intenso (do que não me queixo).

 

Mesmo sem usar uma metáfora é fácil perceber que ao ser-se castigado por um chamemos-lhe "superior", o sentimento de revolta é grande, e vai-se procurar (como está instituído pelo menos no sistema penal português) um fait divers que permita centrar as atenções em outro facto de somenos importância, mas que leve a discussão ad hominem.

 

O resguardo ou apologia de sysops, digamos, "fracos" pelos próprios sysops só permite que em caso de micro-conflito, uma enormidade de argumentos contra a pessoa possam ser desenterrados. E sysops com telhados de vidro tiram-lhes toda a credibilidade, seja em discussões de políticas de bloqueio, de pedidos de desbloqueio, ou de fair-use.

 

Passam naturalmente a ser os maus...

 

 

O BOM

Naturalmente que qualquer usuário sem histórico de questiúnculas é presuposto como bom, em termos de motivação e intenções.

 

Contrastantemente ao que acontece com os sysops um usuário normal que guerreie muito e arme muita confusão será encarado como um mártir (Alexhubner), uma lenda vida (os actuais), ou mesmo um troll (RR e muito poucos sabem 1% da missa) o que é excepcionalmente raro. Porque a natural convicção das pessoas, de mim e de qualquer uma é defender o mais fraco, o que, aparentemente sem reforços enfrenta uma legião de poderosos com larga experiência e conhecimento técnico (ao menos todos juntos).

 

E assim nascem as lendas. Devo contudo acrescentar que há dois outros pontos interessantes a recordar:

 

1 - E se o usuário truculento for uma peúga?

       1.1 peúga-sysop é um mau que para ir buscar idoneidade não pode dar a cara

       1.2 peúga-de-não-sysop é um coitado que está farto de ser atacado

 

2 - As falácias ou os boatos (apenas para conotação negativa, a duração no tempo pode ser a mesma de uma lenda), bem como as lendas (conotação positiva), também têm sempre um fundo de verdade, a diferença entre uma e outra é o sentido da dinâmica de multidões inicial.

 

 

O Que-se-foi-embora

Até mesmo um sysop que se vá embora, por retirada de estatuto ou por afastamento temporal, passa a ser bom. Resultando no corolário: toda a gente que esteja um tempo afastada passará a ser bem-encarada.

Espero que o RR não seja abrangido por este corolário.

 

Para evitar o afastamento há um ponto fundamental, e digo isto enquanto burocrata e checkuser que vigiava as edições na esplanada para tentar aplacar confusões logo de início.

A esplanada é para não ser lida, quem tem efectivamente dúvidas vai a um dos cafés, ou contacta directamente alguém da sua consideração. Assumindo (correctamente) que nada de jeito lá é produzido, para quê ler?

A respeito disto digo que suspeito que a ideia de minimizar a ligação directa nas mudanças recentes foi óptima.

 

Se não lês a esplanada e pouco te importas quanto às confusões de sanções de insultos, pedidos de opinião, verificações de contas e pedidos de desnomeação, não és ignorante e feliz. És apenas feliz. Eu não sei o que se passa na casa da minha vizinha e não é por isso que sou ignorante.

 

 

Sê-lo-ei devido a muitas outras coisas...

publicado por EP às 09:25
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Terça-feira, 4 de Março de 2008

O que farei com este post?

Há dias que correm mal, de facto há mesmo dias que correm horrivelmente. O pior é se esses dias afinal são todos consecutivos, compondo uma semana negra na vida de uma pessoa.

Em que medida é que isso afecta o comportamento de uma login de uma página da net? A página, ou outros visitantes, não tem de pagar pela vida pessoal do mal-disposto-com-o-mundo.

A solução é não visitar, não editar, não ler, não alimentar o vício. Será solução? E se o suposto "escape da vida real" só aumentar o explosivo índice de stress?

Infelizmente há coisas que nem o vício wikipédico apaga.

Fogo, é pena.

publicado por EP às 12:24
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Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2007

Alterações

De humor
De valor
De temer
De reter

Sis temáticas

Tir ânicas

publicado por EP às 13:14
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Terça-feira, 7 de Agosto de 2007

Justo adj. estreito, apertado

O Justo é um tipo fixe.

Depois de começar a ajudar na festa foi promovido à comissão de festas, onde teve de lidar com muitas reclamações: a música, o grupo de baile, o acordeonista, a cor dos sapatos do filho do tipo que estava a cobrar os bilhetes antes do outro ter ido à casa-de-banho.

No final da festa toda a gente dizia que ele era um chato. Sempre reclamando, metendo-se com toda a gente. Será que tem de ser tudo como ele quer?!

O mais estranho de tudo foi o modo como o Justo encarou as críticas, assombrado com o tamanho das barbaridades (que adjectivo vigoroso!) que ouvia, embasbacou e chateou-se fortemente com aquilo em que sempre se revira e gostara de participar.

Como é que o Justo se esqueceu que o mais importante de toda a festa era que os Bêbados tivessem a quem chatear e não a música que os Abstémios foram ouvir?

publicado por EP às 17:15
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