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Quinta-feira, 16 de Abril de 2009

Concursos

Já há muito tempo que afirmei que as boas-intenções de quem quer arregaçar as mangas e fazer algo de produtivo são normalmente inconsequentes, ou pior, ignoradas, deixando o ingénuo a falar sozinho.

 

Quando o rei-artur organizou o melhor WAT de sempre pela segunda vez pensei que havia vestígios de comunidade no meio das logins da wiki.pt. Rápido vi que seria um efeito pouco durável, mas foi muito giro para quem viveu aquele concurso por dentro. Empenho, seriedade, desportivismo e até a rebeldia na hora da avaliação dos colegas, um verdadeiro espírito de grupo.

 

Agora sim, a situação está muito mais normalizada. Arrastei-me umas horas da cama, para dar a mão possível a quem retirou ainda mais horas que eu... e sendo a avaliação posta à comunidade, poucos comentam/participam/votam nas votações dos artigos criados no WAT7.

 

Claro que assim o é. Isto obriga a um esforço sério de leitura e análise. O amandamento-de-bitaites nem ler o que já foi escrito precisa. E há prioridades, entre trabalhar e aparecer...

publicado por EP às 09:11
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Sábado, 28 de Fevereiro de 2009

É proibido adjectivar

Há muitos muitos anos, ainda os animais falavam, lembrei-me de perguntar a uns amigos porque não se punha em votação uma proibição de adjectivar.

 

Se eu quero falar de ti digo, {{usuário|nome_de_usuário}} fez isto e aquilo, não, o "adjectivos_1" do {{usuário|nome_de_usuário}} que não passa de um "adjectivos_1" fez "advérbios_de_modo_1" uma "adjectivos_3" que consistiu em "adjectivos_4" bloquear o "adjectivos_5" {{usuário|nome_de_usuário2}}. Claro que era logo invocada a figura do censor, e ninguém aprovaria...

 

Mas mau mau é ler a esplanada (aquela vez no ano em que uma pessoa de enche de coragem e lá vai) e ver só ataques pessoais e muita muita porcaria.

 

Sem adjectivos e ataques pessoais a comunicação ganhava conteúdo... Mas se os ataques pessoais estão proibidos há muito e continuam a estar presentes, não vale a pena pensar em retirar os adjectivos.

publicado por EP às 10:57
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Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008

Cacocracia I

A curva de relação de um utilizador com a wikipédia é gaussiana.

 

Primeiro um contacto suave, ao fim de várias semanas de interacção é que começamos a querer explorar as páginas para além dos artigos, perceber, compreender, decidir, votar, propor...

Até que depois queremos é fugir, demasiado ruído de fundo, demasiada confusão, demasiada mesquinhice, demasiada importância dada a subalíneas de propostas de ensaios (sim ensaios! não políticas, não artigos informativos, mas ensaios).

E então descobrimos a maravilha que é simplesmente editar artigos, reverter vandalismo, no muito-máximo encaminhar novatos... Um nível de interacção semelhante ao inicial.

 

Quem foge a esta distribuição? Só me lembro de um ex-burocrata que ainda se preocupa com políticas internas, mas mesmo assim, em proporção o contributo para o domínio principal é dominante. Ah, e claro, os vândalos e tróis.

 

 

Pela lei dos grandes números, converge-se em probabilidade para um acontecimento extraordinário: todos os usuários da Wikipédia um dia vão editar apenas o domínio principal.

 

O corolário: todas as discussões serão entre vândalos e tróis. Então é melhor deixar de visitar páginas de discussão e a esplanada, não vá ser o único não-vândalo-nem-troll que ainda lá anda!

publicado por EP às 10:56
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Sexta-feira, 27 de Junho de 2008

O Bom, o Mau e o Que-se-foi-embora

Os maiores Mb de discussão ultimamente incidem sobre uma definição essencial, os bons e os maus, divididos em essência pelo "sysop status".

 

O MAU

Naturalmente que quem recebe ferramentas para agir deve aplicá-las, não fugindo ao ver um troll ou um vândalo, e é mesmo esse o motivo que o fez receber as ferramentas. Mas são poucos os sysops e o escrutínio à sua actividade é intenso (do que não me queixo).

 

Mesmo sem usar uma metáfora é fácil perceber que ao ser-se castigado por um chamemos-lhe "superior", o sentimento de revolta é grande, e vai-se procurar (como está instituído pelo menos no sistema penal português) um fait divers que permita centrar as atenções em outro facto de somenos importância, mas que leve a discussão ad hominem.

 

O resguardo ou apologia de sysops, digamos, "fracos" pelos próprios sysops só permite que em caso de micro-conflito, uma enormidade de argumentos contra a pessoa possam ser desenterrados. E sysops com telhados de vidro tiram-lhes toda a credibilidade, seja em discussões de políticas de bloqueio, de pedidos de desbloqueio, ou de fair-use.

 

Passam naturalmente a ser os maus...

 

 

O BOM

Naturalmente que qualquer usuário sem histórico de questiúnculas é presuposto como bom, em termos de motivação e intenções.

 

Contrastantemente ao que acontece com os sysops um usuário normal que guerreie muito e arme muita confusão será encarado como um mártir (Alexhubner), uma lenda vida (os actuais), ou mesmo um troll (RR e muito poucos sabem 1% da missa) o que é excepcionalmente raro. Porque a natural convicção das pessoas, de mim e de qualquer uma é defender o mais fraco, o que, aparentemente sem reforços enfrenta uma legião de poderosos com larga experiência e conhecimento técnico (ao menos todos juntos).

 

E assim nascem as lendas. Devo contudo acrescentar que há dois outros pontos interessantes a recordar:

 

1 - E se o usuário truculento for uma peúga?

       1.1 peúga-sysop é um mau que para ir buscar idoneidade não pode dar a cara

       1.2 peúga-de-não-sysop é um coitado que está farto de ser atacado

 

2 - As falácias ou os boatos (apenas para conotação negativa, a duração no tempo pode ser a mesma de uma lenda), bem como as lendas (conotação positiva), também têm sempre um fundo de verdade, a diferença entre uma e outra é o sentido da dinâmica de multidões inicial.

 

 

O Que-se-foi-embora

Até mesmo um sysop que se vá embora, por retirada de estatuto ou por afastamento temporal, passa a ser bom. Resultando no corolário: toda a gente que esteja um tempo afastada passará a ser bem-encarada.

Espero que o RR não seja abrangido por este corolário.

 

Para evitar o afastamento há um ponto fundamental, e digo isto enquanto burocrata e checkuser que vigiava as edições na esplanada para tentar aplacar confusões logo de início.

A esplanada é para não ser lida, quem tem efectivamente dúvidas vai a um dos cafés, ou contacta directamente alguém da sua consideração. Assumindo (correctamente) que nada de jeito lá é produzido, para quê ler?

A respeito disto digo que suspeito que a ideia de minimizar a ligação directa nas mudanças recentes foi óptima.

 

Se não lês a esplanada e pouco te importas quanto às confusões de sanções de insultos, pedidos de opinião, verificações de contas e pedidos de desnomeação, não és ignorante e feliz. És apenas feliz. Eu não sei o que se passa na casa da minha vizinha e não é por isso que sou ignorante.

 

 

Sê-lo-ei devido a muitas outras coisas...

publicado por EP às 09:25
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Quinta-feira, 17 de Abril de 2008

Ninguém se chega à frente

Uma certeza da vida, sempre que é preciso trabalhar ninguém se chega à frente, quando é para o tremoço, somos todos amigos.

Lendo, ou adivinhando o que está escrito, a esplanada:
- Há poucos artigos de bom nível
- Há n problemas nos artigos, mesmo os destacados (fontes, qualidade, redacção, dimensão...)

E tudo é verdade:
- Temos um nº médio de bytes por artigo ridículo
- Em proporção as páginas no domínio principal são muito poucas
- Muitos artigos são auto-explicativos lendo as categorias e as infoboxes
- Muitos temas importantes têm artigos da treta (em qualidade e em kB)
- Muitas áreas estão cheias de pó

Exceptuando uma nota que gostava de deixar:
- Os artigos dos bots são bastante razoáveis!


Ideias
- Colaboração da semana para motivar as pessoas a trabalhar num tema sempre diferente e cuja interactividade seria salutar e cativante
- Organizar concursos usando o pecado mortal do orgulho para atrair gente

(a minha preferida, parece saída do gerador de LeroLero do Alexandre)
- Criar um ambiente de trabalho dinâmico e amigável em que seja um desafio constante e motivador a melhoria dos conteúdos, para isso reforçando a rede social atrás das logins


Conclusões
- Ideias razoáveis não têm resultados
- Pouca predisposição natural para fazer alguma coisa e havendo desaparece com o enredar na malha política wikipediana

(a minha preferida)
- És masé parvo


Pessoalmente penso que estamos a tentar segurar uma enguia para a forçar a trabalhar, há pouco comprometimento com o projecto, e quem o tem anda ocupado com tretas (a porcaria do vandalismo, discussões infindáveis em torno de PE, sanções de insultos, e esplanadascussões da batata crua) de tal forma que se esquece daquilo que ali a levou.

A minha receita é simples: pedidos a burocratas e... regiões da Arménia, o melhor remédio. (infelizmente ainda ando muito nas MR... é o vício)

publicado por EP às 10:54
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Sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008

Provérbio chinês

Se os tribunais estão vazios e bafientos, a calçada da prisão apenas apresenta a marca da passagem do funcionário que diariamente a limpa, as espadas estão velhas e ferrugentas... então o reino está bem governado.

No nosso caso existem outras soluções:
#o ISP do abdominável-homem-das-peúgas finalmente atendeu as centenas de mails da Patrícia;

#a esplanada crashou por excesso de acessos e edições e falta de arquivo;

#os pedidos de checkuser, desnomeação e as sanções de insultos requerem agora o voto do user-alvo;

#a Fundação Wikimedia está com problemas queira fazer o seu donativo;


De resto tudo tranquilo.

publicado por EP às 10:28
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Quinta-feira, 13 de Setembro de 2007

Fartura

Não tens 10 minutos de ligação à Internet? A electricidade caiu? O modem pifou? O computador tem tanto vírus que parece um centro de saúde? Então o plano A - visitar a Wikipédia - tem de ficar adiado, mas há alternativa!

Faz as tuas próprias farturas! Segundo a rapaziada de http://www.petiscos.com/receita.php?recid=514&catid=19 não são precisos Mbytes de discussões e insultos (estranho não é?!)

 

Aqui fica o desafio:
750 g farinha de trigo
20 g fermento
1 dl leite
1 c. chá sal
8 ovos
1 dl azeite
1 dl aguardente
azeite para fritar
300 g mel
1 dl água
açúcar
canela em pó

 

1. Dissolve-se o fermento no leite morno e junta-se-lhe um pouco de farinha e o sal. Mistura-se de modo a obter uma massa branda. Deixa-se repousar durante 15 minutos.

2. Deita-se a massa num alguidar, adiciona-se um pouco de azeite e três ovos batidos. Mistura-se tudo bem, batendo com a mão aberta.

3. Depois, juntam-se o restante azeite, a aguardente e os ovos que restam, amassando, ou melhor, batendo a massa. Esta deve ficar mais branda do que para o pão. Sendo necessário, adiciona-se um pouco de leite.

4. Abafa-se a massa e deixa-se levedar durante 4 horas em local temperado.

5. Depois, põe-se o azeite no lume e com as molhadas em azeite tiram-se bocados de massa do tamanho aproximado de um ovo, estica-se a massa numa rodela o mais fina possível, fazendo-lhe buracos com as pontas dos dedos.

6. Introduz-se os filhós no azeite e, com um garfo comprido, força-se a manter a forma para os lados, esticando-a, pois a sua tendência será de crescer para cima.

7. Depois de loura dos dois lados, põe-se a escorrer sobre papel absorvente. Isto deve ser feito com muita cautela, pois as filhós apresentam-se finas e esburacadas.

8. Frita toda a massa, deita-se o mel com a água num tacho e deixa-se levantar fervura.

9. Reduz-se o calor e, com ajuda de 2 garfos compridos, passam-se as filhós pela a calda, ao mesmo tempo que se vão introduzindo em travessas ou panelas e polvilhando com açúcar e canela. Pode omitir-se a calda.

Nota 1: Ao contrário do que acontece habitualmente com os fritos, estas filhós ficam mais tenras à medida que os dias passam.

Nota 2: Os tempos podem ser medidos em milionésimos do tempo total que demoras a ler uma secção da esplanada.

 

 

Nota 3: Os tempos podem ser medidos em décimos do tempo total que demoras a ler uma secção da esplanada se não ligares aos insultos.

 

Nota 4: Os tempos não podem ser medidos em unidades relacionadas com o tempo útil do que demoraste a ler uma secção da esplanada, uma vez que a utilidade é nula.

 

Boa sorte!

publicado por EP às 10:06
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