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Terça-feira, 15 de Julho de 2008

Anarquia

Sem regras definidas a não ser "a maioria ganha os consensos" a wiki.pt foi crescendo.

 

A necessidade de parametrizar a acção de sysops, de criar normas para instituir o que o senso comum (e um QI positivo) ditariam como normal, levou à criação de políticas internas.

 

Agora temos de ser advogados/juristas para podermos ser sysops ou burocratas ou checkusers, porque se não temos um poder de retórica imenso para argumentar com os "vigilantes" e o código de processo penal, perdão... as normas da wiki, decoradas então a desnomeação vai aparecer.

 

Em vez de termos subversão do sistema, temos uso do sistema de subversão para subversão do sistema. Chamas vândalo ao bloquear por insulto e és bloqueado por insulto!

 

Que raio de coisa é esta?

 

A anarquia sempre era mais giro.

publicado por EP às 09:50
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Sexta-feira, 27 de Junho de 2008

O Bom, o Mau e o Que-se-foi-embora

Os maiores Mb de discussão ultimamente incidem sobre uma definição essencial, os bons e os maus, divididos em essência pelo "sysop status".

 

O MAU

Naturalmente que quem recebe ferramentas para agir deve aplicá-las, não fugindo ao ver um troll ou um vândalo, e é mesmo esse o motivo que o fez receber as ferramentas. Mas são poucos os sysops e o escrutínio à sua actividade é intenso (do que não me queixo).

 

Mesmo sem usar uma metáfora é fácil perceber que ao ser-se castigado por um chamemos-lhe "superior", o sentimento de revolta é grande, e vai-se procurar (como está instituído pelo menos no sistema penal português) um fait divers que permita centrar as atenções em outro facto de somenos importância, mas que leve a discussão ad hominem.

 

O resguardo ou apologia de sysops, digamos, "fracos" pelos próprios sysops só permite que em caso de micro-conflito, uma enormidade de argumentos contra a pessoa possam ser desenterrados. E sysops com telhados de vidro tiram-lhes toda a credibilidade, seja em discussões de políticas de bloqueio, de pedidos de desbloqueio, ou de fair-use.

 

Passam naturalmente a ser os maus...

 

 

O BOM

Naturalmente que qualquer usuário sem histórico de questiúnculas é presuposto como bom, em termos de motivação e intenções.

 

Contrastantemente ao que acontece com os sysops um usuário normal que guerreie muito e arme muita confusão será encarado como um mártir (Alexhubner), uma lenda vida (os actuais), ou mesmo um troll (RR e muito poucos sabem 1% da missa) o que é excepcionalmente raro. Porque a natural convicção das pessoas, de mim e de qualquer uma é defender o mais fraco, o que, aparentemente sem reforços enfrenta uma legião de poderosos com larga experiência e conhecimento técnico (ao menos todos juntos).

 

E assim nascem as lendas. Devo contudo acrescentar que há dois outros pontos interessantes a recordar:

 

1 - E se o usuário truculento for uma peúga?

       1.1 peúga-sysop é um mau que para ir buscar idoneidade não pode dar a cara

       1.2 peúga-de-não-sysop é um coitado que está farto de ser atacado

 

2 - As falácias ou os boatos (apenas para conotação negativa, a duração no tempo pode ser a mesma de uma lenda), bem como as lendas (conotação positiva), também têm sempre um fundo de verdade, a diferença entre uma e outra é o sentido da dinâmica de multidões inicial.

 

 

O Que-se-foi-embora

Até mesmo um sysop que se vá embora, por retirada de estatuto ou por afastamento temporal, passa a ser bom. Resultando no corolário: toda a gente que esteja um tempo afastada passará a ser bem-encarada.

Espero que o RR não seja abrangido por este corolário.

 

Para evitar o afastamento há um ponto fundamental, e digo isto enquanto burocrata e checkuser que vigiava as edições na esplanada para tentar aplacar confusões logo de início.

A esplanada é para não ser lida, quem tem efectivamente dúvidas vai a um dos cafés, ou contacta directamente alguém da sua consideração. Assumindo (correctamente) que nada de jeito lá é produzido, para quê ler?

A respeito disto digo que suspeito que a ideia de minimizar a ligação directa nas mudanças recentes foi óptima.

 

Se não lês a esplanada e pouco te importas quanto às confusões de sanções de insultos, pedidos de opinião, verificações de contas e pedidos de desnomeação, não és ignorante e feliz. És apenas feliz. Eu não sei o que se passa na casa da minha vizinha e não é por isso que sou ignorante.

 

 

Sê-lo-ei devido a muitas outras coisas...

publicado por EP às 09:25
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Terça-feira, 22 de Abril de 2008

Biblioteca de Alexandria

Estou a escrever artigos sobre uma sub-micro-área do conhecimento humano: as províncias de um pequeno país, conhecido de muitos, identificável por poucos, que sofreu no início do século passado uma bárbara agressão de uma potência estrangeira.

Assim dito estou a descrever imensos países, é melhor explicitar, falo da Arménia. Terra de Calouste Gulbenkian e de tanta gente boa e má que recebeu um castigo bem duro independente da quantidade e gravidade de pecados cometidos.

Não espero que o cimentar das paredes da nossa biblioteca de Alexandria venha a permitir a construção de um tijolito com o nome de todos os assassinados, mas espero que os meus humildes contributos dêem mais alguma visibilidade a este pequeno país, mais uma antiga República Soviética dominada pela injustiça, um aspecto que o permite definir como bem ocidentalizado.

publicado por EP às 14:31
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Quinta-feira, 17 de Abril de 2008

Ninguém se chega à frente

Uma certeza da vida, sempre que é preciso trabalhar ninguém se chega à frente, quando é para o tremoço, somos todos amigos.

Lendo, ou adivinhando o que está escrito, a esplanada:
- Há poucos artigos de bom nível
- Há n problemas nos artigos, mesmo os destacados (fontes, qualidade, redacção, dimensão...)

E tudo é verdade:
- Temos um nº médio de bytes por artigo ridículo
- Em proporção as páginas no domínio principal são muito poucas
- Muitos artigos são auto-explicativos lendo as categorias e as infoboxes
- Muitos temas importantes têm artigos da treta (em qualidade e em kB)
- Muitas áreas estão cheias de pó

Exceptuando uma nota que gostava de deixar:
- Os artigos dos bots são bastante razoáveis!


Ideias
- Colaboração da semana para motivar as pessoas a trabalhar num tema sempre diferente e cuja interactividade seria salutar e cativante
- Organizar concursos usando o pecado mortal do orgulho para atrair gente

(a minha preferida, parece saída do gerador de LeroLero do Alexandre)
- Criar um ambiente de trabalho dinâmico e amigável em que seja um desafio constante e motivador a melhoria dos conteúdos, para isso reforçando a rede social atrás das logins


Conclusões
- Ideias razoáveis não têm resultados
- Pouca predisposição natural para fazer alguma coisa e havendo desaparece com o enredar na malha política wikipediana

(a minha preferida)
- És masé parvo


Pessoalmente penso que estamos a tentar segurar uma enguia para a forçar a trabalhar, há pouco comprometimento com o projecto, e quem o tem anda ocupado com tretas (a porcaria do vandalismo, discussões infindáveis em torno de PE, sanções de insultos, e esplanadascussões da batata crua) de tal forma que se esquece daquilo que ali a levou.

A minha receita é simples: pedidos a burocratas e... regiões da Arménia, o melhor remédio. (infelizmente ainda ando muito nas MR... é o vício)

publicado por EP às 10:54
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Terça-feira, 4 de Março de 2008

O que farei com este post?

Há dias que correm mal, de facto há mesmo dias que correm horrivelmente. O pior é se esses dias afinal são todos consecutivos, compondo uma semana negra na vida de uma pessoa.

Em que medida é que isso afecta o comportamento de uma login de uma página da net? A página, ou outros visitantes, não tem de pagar pela vida pessoal do mal-disposto-com-o-mundo.

A solução é não visitar, não editar, não ler, não alimentar o vício. Será solução? E se o suposto "escape da vida real" só aumentar o explosivo índice de stress?

Infelizmente há coisas que nem o vício wikipédico apaga.

Fogo, é pena.

publicado por EP às 12:24
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Sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008

Provérbio chinês

Se os tribunais estão vazios e bafientos, a calçada da prisão apenas apresenta a marca da passagem do funcionário que diariamente a limpa, as espadas estão velhas e ferrugentas... então o reino está bem governado.

No nosso caso existem outras soluções:
#o ISP do abdominável-homem-das-peúgas finalmente atendeu as centenas de mails da Patrícia;

#a esplanada crashou por excesso de acessos e edições e falta de arquivo;

#os pedidos de checkuser, desnomeação e as sanções de insultos requerem agora o voto do user-alvo;

#a Fundação Wikimedia está com problemas queira fazer o seu donativo;


De resto tudo tranquilo.

publicado por EP às 10:28
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Domingo, 30 de Dezembro de 2007

As peúgas cheiram mal

Sock 1: Olá Sock 2
Sock 2: Olá Sock 1

Sock 3: Olá Sock 2

Sock 2: Olá Sock 3

Sock 3: Olá Sock 1

Sock 1: Olá Sock 3

Sock 1: Olá Sock 4

Sock 4: Olá Sock 2... Ups mi enganei...

yada yada yada

Sock 1001: Olá Sock 1002

Sock 1002: Olá Sock 1001

Sock 1003: Olá Sock 1002

Sock 1002: Olá Sock 1003

Sock 1003: Olá Sock 1001

Sock 1001: Olá Sock 1003

Sock 1001: Olá Sock 1004

Sock 1004: E aí Sock 1002! Nem sei si mi enganei... Mais a segurança aqui do hospíssio tá mi xamando!

tags: ,
publicado por EP às 13:51
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Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2007

Alterações

De humor
De valor
De temer
De reter

Sis temáticas

Tir ânicas

publicado por EP às 13:14
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Terça-feira, 2 de Outubro de 2007

Onde é que eu já vi este filme

Às vezes sabe bem poupar o nosso latim e usar palavras dos outros para contar histórias, é menos frustrante...

Professora: Joãozinho, quem escreveu Os Lusíadas?
Joãozinho: Nem fui eu nem sei quem foi professora.
Professora: Joãozinho, quem escreveu?
Joãozinho: Não fui eu professora, acredite em mim.

No intervalo a professora dialoga com o director da escola desabafando acerca da ignorância da turma.

Director: Colega, se acha que o aluno é abusador vou já chamar o encarregado de educação.
Professora: Mas Sr. Director, eu sei que ele não...
Director: Não o tente desculpar, vou já chamá-lo.

Em reunião com o encarregado de educação.

Director: A minha colega perguntou ao seu filho quem tinha escrito Os Lusíadas, ele afrontou-a dizendo que não tinha sido ele.
Encarregado de educação: Fique sabendo que esta noite lhe vou dar umas palmadas para ele confessar, comigo ele não levanta cabelo.
Director: Pronto colega, tudo se resolve.
Professora: Mas Sr. Director, eu...
Director: Escusa de agradecer, farto de aturar estúpidos estou eu.

A frustrada professora em casa conta ao marido a infeliz situação em que colocou o Joãozinho.

Marido: Não te preocupes, se ele não fez nada agora certamente já fez em outras ocasiões... E quanto aos Lusíadas, se calhar até foste tu que escreveste e já não te lembras.


Moral da história: A compreensão familiar é muito importante.

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publicado por EP às 10:27
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Sexta-feira, 21 de Setembro de 2007

Demo crassia

{{subst:apagar}}

Para os poucos que ainda não conhecem o conceito, a demo crassia é uma nova forma de encarar a demo cracia.

Este conceito foi introduzido pelo Movimento de Libertação da Cova da Moura (http://www.rfrconsulting.com/Little.Joke/?pid=ljr&j=20030313B) em homenagem ao ambiente de guerrilha urbana em que vive a Wikipédia (fáit da páuer).

É comum a utilização de um exemplo para descrever o conceito (ao fim de 1:45):

Certo dia dirigi-me a um pula para lhe catar uns trocos para cerveja. O pula disse que não tinha, pedi para mostrar a carteira e ele começou a correr e a gritar pela polícia, só tive tempo de guardar a fusca e de me por na alheta.
Já se sabe que dread inocente catado pela bófia é dread morto.
É isto que é uma demo crassia.

Hoover anout. Piss.

[[!Wikipedia:Políticas oficiais|A Wikipédia é uma demo crassia]]

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publicado por EP às 14:06
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