verbo inglês, ir <s>construindo</s> editando uma wiki

.posts recentes

. Academia Wikipédia, Expon...

. "A" votação ou "A" hora

. Duas perguntas...

. Pseudo-ciência

. Arbitrar

. Concursos

. O efeito esquecimento

. Inventem-se novos adminis...

. Cacocracia I

. Lixeiro

.arquivos

. Abril 2010

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Dezembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

Quarta-feira, 3 de Setembro de 2008

Eu vi um sock

 

Eu vi um sock, um feio sock

Ali na horta, com a boca torta,

Tu viste um sock, um feio sock

Tiveste medo, ou é segredo?

 

Eu vi um sock, com um chulé

Estava a pregar, uma boa treta

Tu viste um sock, com um chulé

E o que dizia, e o que fazia?

 

Eu vi um sock, a pregar bué

Tudo falou, ninguém ligou

Tu viste um sock, a pregar bué

E o bicharoco, foi morrer novo.

 

Eu vi um sock, um grande sock

Foi mal criado, fiquei zangado

Tu viste um sock, um grande sock

Deixa-o lá estar, vamos EDITAR

 

 

Adaptação daqui.

publicado por EP às 09:02
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Quinta-feira, 28 de Agosto de 2008

Tróis

Há meia dúzia de cromos que passam o dia a falar da Wikipédia. Falam de supostas pessoas que nem conhecem, tratando-as por nomes absurdos, e do que essas pessoas fazem num endereço da net. Estranho?

 

O mais curioso é que sendo esse endereço uma enciclopédia deveriam ser interessantes as conversas... Mas não são, tratam-se puramente de comentários pessoais. Bem estranho?

 

Como há cromos-bem-cromos que o mais importante que fazem da vida é tentar arruinar uma enciclopédia, desgastando a paciência (apenas poucas vezes com razão) dos cromos até eles descolarem e deixarem de expandir a enciclopédia. Ainda mais estranho?

 

Como há hierarquias definidas nesse site, podem tratar-se de lutas de poder, daí a baixeza do nível do diálogo. Na minha qualidade de cromo digo que quero apenas construir uma enciclopédia. Alguns cromos disseram-me que seria positivo aceitar mais umas ferramentas e eu concordei; alguns cromos-bem-cromos andaram a perseguir outros cromos que navegavam o mesmo barco que e eu fiquei no barco, por solidariedade não por sede ao poder; agora estão a voltar os cromos-bem-cromos e as suas perseguições.

 

Ora o que me interessa é construir uma enciclopédia (bastantemente estranho?). Logo estou a descolar do calendários os meus dias de cromo. Os cromos-bem-cromos que tratem de se revezar na limpeza do lixo.

publicado por EP às 13:29
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 27 de Junho de 2008

O Bom, o Mau e o Que-se-foi-embora

Os maiores Mb de discussão ultimamente incidem sobre uma definição essencial, os bons e os maus, divididos em essência pelo "sysop status".

 

O MAU

Naturalmente que quem recebe ferramentas para agir deve aplicá-las, não fugindo ao ver um troll ou um vândalo, e é mesmo esse o motivo que o fez receber as ferramentas. Mas são poucos os sysops e o escrutínio à sua actividade é intenso (do que não me queixo).

 

Mesmo sem usar uma metáfora é fácil perceber que ao ser-se castigado por um chamemos-lhe "superior", o sentimento de revolta é grande, e vai-se procurar (como está instituído pelo menos no sistema penal português) um fait divers que permita centrar as atenções em outro facto de somenos importância, mas que leve a discussão ad hominem.

 

O resguardo ou apologia de sysops, digamos, "fracos" pelos próprios sysops só permite que em caso de micro-conflito, uma enormidade de argumentos contra a pessoa possam ser desenterrados. E sysops com telhados de vidro tiram-lhes toda a credibilidade, seja em discussões de políticas de bloqueio, de pedidos de desbloqueio, ou de fair-use.

 

Passam naturalmente a ser os maus...

 

 

O BOM

Naturalmente que qualquer usuário sem histórico de questiúnculas é presuposto como bom, em termos de motivação e intenções.

 

Contrastantemente ao que acontece com os sysops um usuário normal que guerreie muito e arme muita confusão será encarado como um mártir (Alexhubner), uma lenda vida (os actuais), ou mesmo um troll (RR e muito poucos sabem 1% da missa) o que é excepcionalmente raro. Porque a natural convicção das pessoas, de mim e de qualquer uma é defender o mais fraco, o que, aparentemente sem reforços enfrenta uma legião de poderosos com larga experiência e conhecimento técnico (ao menos todos juntos).

 

E assim nascem as lendas. Devo contudo acrescentar que há dois outros pontos interessantes a recordar:

 

1 - E se o usuário truculento for uma peúga?

       1.1 peúga-sysop é um mau que para ir buscar idoneidade não pode dar a cara

       1.2 peúga-de-não-sysop é um coitado que está farto de ser atacado

 

2 - As falácias ou os boatos (apenas para conotação negativa, a duração no tempo pode ser a mesma de uma lenda), bem como as lendas (conotação positiva), também têm sempre um fundo de verdade, a diferença entre uma e outra é o sentido da dinâmica de multidões inicial.

 

 

O Que-se-foi-embora

Até mesmo um sysop que se vá embora, por retirada de estatuto ou por afastamento temporal, passa a ser bom. Resultando no corolário: toda a gente que esteja um tempo afastada passará a ser bem-encarada.

Espero que o RR não seja abrangido por este corolário.

 

Para evitar o afastamento há um ponto fundamental, e digo isto enquanto burocrata e checkuser que vigiava as edições na esplanada para tentar aplacar confusões logo de início.

A esplanada é para não ser lida, quem tem efectivamente dúvidas vai a um dos cafés, ou contacta directamente alguém da sua consideração. Assumindo (correctamente) que nada de jeito lá é produzido, para quê ler?

A respeito disto digo que suspeito que a ideia de minimizar a ligação directa nas mudanças recentes foi óptima.

 

Se não lês a esplanada e pouco te importas quanto às confusões de sanções de insultos, pedidos de opinião, verificações de contas e pedidos de desnomeação, não és ignorante e feliz. És apenas feliz. Eu não sei o que se passa na casa da minha vizinha e não é por isso que sou ignorante.

 

 

Sê-lo-ei devido a muitas outras coisas...

publicado por EP às 09:25
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 22 de Abril de 2008

Biblioteca de Alexandria

Estou a escrever artigos sobre uma sub-micro-área do conhecimento humano: as províncias de um pequeno país, conhecido de muitos, identificável por poucos, que sofreu no início do século passado uma bárbara agressão de uma potência estrangeira.

Assim dito estou a descrever imensos países, é melhor explicitar, falo da Arménia. Terra de Calouste Gulbenkian e de tanta gente boa e má que recebeu um castigo bem duro independente da quantidade e gravidade de pecados cometidos.

Não espero que o cimentar das paredes da nossa biblioteca de Alexandria venha a permitir a construção de um tijolito com o nome de todos os assassinados, mas espero que os meus humildes contributos dêem mais alguma visibilidade a este pequeno país, mais uma antiga República Soviética dominada pela injustiça, um aspecto que o permite definir como bem ocidentalizado.

publicado por EP às 14:31
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Quinta-feira, 17 de Abril de 2008

Ninguém se chega à frente

Uma certeza da vida, sempre que é preciso trabalhar ninguém se chega à frente, quando é para o tremoço, somos todos amigos.

Lendo, ou adivinhando o que está escrito, a esplanada:
- Há poucos artigos de bom nível
- Há n problemas nos artigos, mesmo os destacados (fontes, qualidade, redacção, dimensão...)

E tudo é verdade:
- Temos um nº médio de bytes por artigo ridículo
- Em proporção as páginas no domínio principal são muito poucas
- Muitos artigos são auto-explicativos lendo as categorias e as infoboxes
- Muitos temas importantes têm artigos da treta (em qualidade e em kB)
- Muitas áreas estão cheias de pó

Exceptuando uma nota que gostava de deixar:
- Os artigos dos bots são bastante razoáveis!


Ideias
- Colaboração da semana para motivar as pessoas a trabalhar num tema sempre diferente e cuja interactividade seria salutar e cativante
- Organizar concursos usando o pecado mortal do orgulho para atrair gente

(a minha preferida, parece saída do gerador de LeroLero do Alexandre)
- Criar um ambiente de trabalho dinâmico e amigável em que seja um desafio constante e motivador a melhoria dos conteúdos, para isso reforçando a rede social atrás das logins


Conclusões
- Ideias razoáveis não têm resultados
- Pouca predisposição natural para fazer alguma coisa e havendo desaparece com o enredar na malha política wikipediana

(a minha preferida)
- És masé parvo


Pessoalmente penso que estamos a tentar segurar uma enguia para a forçar a trabalhar, há pouco comprometimento com o projecto, e quem o tem anda ocupado com tretas (a porcaria do vandalismo, discussões infindáveis em torno de PE, sanções de insultos, e esplanadascussões da batata crua) de tal forma que se esquece daquilo que ali a levou.

A minha receita é simples: pedidos a burocratas e... regiões da Arménia, o melhor remédio. (infelizmente ainda ando muito nas MR... é o vício)

publicado por EP às 10:54
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Abril 2010

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

.tags

. todas as tags

blogs SAPO

.subscrever feeds